O programa

Uma intervenção desenhada para mudar o que acontece no serviço.

Podemos começar por um momento específico da jornada ou trabalhar várias equipas. O desenho depende da operação, do tempo disponível e da mudança que precisa de acontecer.

01

Nível de intervenção

Experience

Perceber o que o standard procura proteger.

Equipas de contacto com o hóspede e respetivas chefias.

  • A diferença entre cumprir o procedimento e cuidar da experiência.
  • SEE → CONNECT → ANTICIPATE → DELIVER → RECOVER.
  • As seis dimensões: Precision, Effortless, Connection, Anticipation, Ownership e Recovery.
  • Sinais subtis, decisões sob pressão e momentos sem resposta automática.
  • A promessa de experiência própria do hotel traduzida em comportamentos.
Como trabalhamos
Situações reais do hotel, demonstrações contrastantes, simulações curtas e reflexão guiada.
O que fica
Um mapa inicial da experiência e três comportamentos prioritários por equipa.
Duração
Meio dia, 1 dia ou imersão de 2 dias.
02

Nível de intervenção

Practice

Ensaiar as decisões que não vêm num guião.

Equipas organizadas por departamento ou por momento da jornada.

  • Guest Journey Labs escolhidos a partir dos pontos de maior risco ou oportunidade.
  • Simulações com informação incompleta, pressão de tempo e passagens entre áreas.
  • Treino de linguagem, presença, antecipação, decisão e fecho.
  • Repetição deliberada: tentativa, observação, feedback e nova tentativa.
  • Aplicação no turno com missões curtas e uma conversa de fecho na equipa.
Como trabalhamos
Simulações próximas da operação, feedback no momento, prática entre pares e missões de turno.
O que fica
Cartões de situação, compromissos por função e um plano de prática no terreno.
Duração
Labs de 90 minutos a 3 horas, em ciclos de 2 a 8 semanas.
03

Nível de intervenção

Check

Ver o que mudou e o que ainda depende do acaso.

Chefias operacionais, Quality, L&D e direção.

  • Observação com a grelha de 60 Luxury Behaviours.
  • Calibração de evidência: o que foi visto e ouvido, não impressões vagas.
  • Feedback breve que reforça, redireciona e combina uma próxima ação.
  • Leitura de padrões por momento da jornada, turno e equipa.
  • Pontos de situação a 30, 60 e 90 dias, quando fazem sentido.
Como trabalhamos
Observação no terreno, amostragem de interações, leitura de evidências e revisão com as chefias.
O que fica
Ponto de partida, quadro comportamental, mapa de consistência e prioridades do ciclo seguinte.
Duração
Check pontual ou ciclos mensais/trimestrais.

Guest Journey Labs

Situações reconhecíveis. Decisões que podem ser ensaiadas.

Escolhemos os laboratórios a partir dos momentos que mais preocupam o hotel.

01

Reservation & Pre-arrival

Escuta, informação crítica, preferências e criação de expectativa.

02

Arrival & Welcome

Leitura do momento, reconhecimento e transição fluida para o hotel.

03

Reception & Concierge

Clareza, personalização, recomendações e ownership entre equipas.

04

Room & Housekeeping

Precisão invisível, privacidade, detalhe e resposta a sinais.

05

Restaurant & Breakfast

Ritmo, conhecimento, antecipação e coordenação de sala.

06

In-room Dining

Promessa, apresentação, discrição e confirmação do serviço.

07

Guest Requests

Resposta sem esforço, handovers e fecho do pedido.

08

Difficult Moments & Recovery

Descompressão, decisão, compensação e recuperação da confiança.

09

Departure

Reconhecimento, última impressão e continuidade da relação.

10

Across the Journey

Memória do hóspede e consistência nas passagens entre departamentos.

Ciclo de aprendizagem

O treino só conta quando chega ao turno seguinte.

Cada laboratório termina com uma experiência concreta para testar no serviço.

01

Caso

Uma situação real, com tensão e contexto suficiente para exigir discernimento.

02

Escolha

A equipa lê os sinais, decide e explica o que procura proteger.

03

Ensaio

A resposta ganha corpo, linguagem, timing e presença.

04

Conversa

Nomeamos o que aconteceu e ensaiamos uma alternativa.

05

Turno

Uma missão simples leva o novo comportamento para a operação.

Opções de desenho

Quatro formas de entrar no trabalho.

Da conversa com a direção a um percurso de vários meses.

3,5 horas

Alinhamento executivo

Direção e chefias definem a experiência que querem tornar consistente e onde precisam de intervir.

Conversa de diagnóstico, alinhamento e prioridades para o trabalho seguinte.
2–4 semanas

Operational Sprint

Trabalhar um momento crítico da jornada ou uma necessidade concreta de uma equipa.

Uma sessão Experience, dois Guest Journey Labs e observação da aplicação.
6–8 semanas

Signature Programme

Criar critérios e comportamentos comuns entre várias equipas de contacto com o hóspede.

Experience, Practice e Check, com envolvimento das chefias e aplicação no turno.
3–6 meses

Hotel Academy

Criar capacidade interna para acompanhar o serviço e desenvolver as equipas ao longo do tempo.

Percurso modular, capacitação de formadores internos, observação e calibração periódica.

Exemplo · Signature Programme

Um percurso de oito semanas, ligado à operação.

O desenho final depende do contexto, turnos, equipas e prioridades do hotel.

  1. Semana 0Escuta e ponto de partida

    Entrevistas breves, leitura de referenciais internos e observação inicial.

  2. Semana 1Alinhamento com a direção

    Experiência desejada, decisões, autonomia e sinais a acompanhar.

  3. Semanas 2–3Experience

    Imersão de equipas e tradução da promessa em comportamentos.

  4. Semanas 3–6Practice

    Guest Journey Labs, missões de turno e coaching de chefias.

  5. Semanas 7–8Check

    Observação, calibração, feedback e prioridades para o ciclo seguinte.

A seguir

Como observar o serviço sem o transformar numa inspeção permanente.

Explorar o método

Primeira conversa

Qual é o momento da jornada que mais preocupa a operação?

Pedir uma primeira conversa